‘ÍNDICE DE EFETIVIDADE DA GESTÃO MUNICIPAL’ CRIADO PELO TRIBUNAL DE CONTAS AVALIA AS PREFEITURAS EM SETE DIMENSÕES. RESULTADO RUIM NA REGIÃO.

Equipe Atitudenew

O IEG-M, sigla para Índice de Efetividade da Gestão Municipal, é uma ferramenta criada pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) para medir o desempenho das prefeituras em relação à eficiência do gasto público. O índice é baseado em questionários respondidos pelas próprias prefeituras, que abrangem sete dimensões: planejamento, gestão fiscal, educação, saúde, meio ambiente, defesa civil e tecnologia da informação.

O índice prevê cinco faixas de classificação: A (altamente efetiva), B+ (muito efetiva), B (efetiva), C+ (em fase de adequação) e C (baixo nível de adequação). Nenhuma cidade da região de Campinas atingiu as notas mais altas, que seriam A ou B+. A maioria das cidades ficou na faixa B, que indica uma gestão efetiva, mas ainda com pontos a melhorar. No entanto, quatro cidades se destacaram negativamente, ficando nas faixas C+ ou C. São elas: Hortolândia, Paulínia, Sumaré e Monte Mor.

Hortolândia

A cidade de Hortolândia ficou na faixa C+, que indica uma gestão em fase de adequação. Isso significa que a cidade ainda precisa melhorar alguns aspectos da administração, especialmente nas dimensões de planejamento, gestão fiscal e defesa civil. Segundo o TCE-SP, a cidade apresentou um baixo nível de planejamento estratégico, um déficit orçamentário e uma baixa capacidade de resposta a desastres naturais.

Paulínia

Paulínia também ficou na faixa C+, com uma gestão em fase de adequação. A cidade teve um desempenho ruim nas dimensões de planejamento, gestão fiscal e meio ambiente. De acordo com o TCE-SP, a cidade não demonstrou ter um planejamento estratégico alinhado com as metas do Plano Plurianual, apresentou um baixo nível de arrecadação própria e não cumpriu as exigências legais de gestão ambiental.

Sumaré

Sumaré foi uma das duas cidades da região que ficou na faixa C, que indica um baixo nível de adequação da gestão. Isso significa que a cidade tem uma gestão pouco eficiente e que pode receber um parecer desfavorável do TCE-SP nas suas contas. A cidade teve um péssimo desempenho nas dimensões de planejamento, gestão fiscal e educação. Segundo o TCE-SP, a cidade não apresentou um planejamento estratégico consistente, registrou um déficit orçamentário elevado e não atingiu as metas de qualidade da educação básica.

Monte Mor

Monte Mor foi a outra cidade da região que ficou na faixa C, com um baixo nível de adequação da gestão. A cidade também teve um resultado muito ruim nas dimensões de planejamento, gestão fiscal e educação. De acordo com o TCE-SP, a cidade não elaborou um planejamento estratégico adequado, apresentou um déficit orçamentário crítico e não cumpriu as metas de qualidade da educação básica.

Esses resultados alarmantes evidenciam a necessidade urgente de ação por parte das prefeituras dessas cidades. As prefeituras precisam intensificar as ações de planejamento, gestão fiscal, educação, saúde, meio ambiente, defesa civil e tecnologia da informação, visando melhorar a qualidade dos serviços públicos e a prestação de contas à sociedade. O IEG-M é uma ferramenta importante para orientar e incentivar as prefeituras a aprimorarem suas gestões e a buscarem a efetividade da gestão municipal.

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