SEGUNDO IBGE, AS DUAS CIDADES APRESENTAM PIBs RELEVANTES NA REGIÃO METROPOLITANA.

Equipe Atitudenew

Polos de investimentos, Hortolândia e Sumaré despontam como potências econômicas na Região Metropolitana de Campinas (RMC), evidenciando crescimento expressivo e valores robustos no Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ambos os municípios apresentam PIBs significativos, consolidando-se como destaques na região.

Sumaré registrou um notável crescimento de 17,5% em seu PIB, alcançando a marca de R$ 16,1 bilhões em 2021, em comparação com os R$ 13,7 bilhões de 2020. Por sua vez, Hortolândia apresentou um aumento de 18%, elevando seu PIB de R$ 15,5 bilhões para R$ 18,3 bilhões no mesmo período. Esses números ressaltam a vigorosa performance econômica desses municípios, superando outros centros tradicionalmente considerados economicamente robustos na região, como Jaguariúna, Vinhedo, Valinhos, Americana e Santa Bárbara d’Oeste. Apesar de ficarem atrás de Campinas, Indaiatuba e Paulínia em termos de PIB total, Hortolândia e Sumaré demonstram um posicionamento notável.

Ao comparar os PIBs per capita com a média nacional de R$ 42,2 mil, tanto Sumaré quanto Hortolândia apresentam números expressivos, com PIBs per capita de R$ 55,8 mil e R$ 77,3 mil, respectivamente. Esses valores destacam o dinamismo econômico dessas localidades, impulsionado pelos setores de Serviços, Administração, Defesa, Educação e Saúde, aliados ao vigor da indústria local.

Em uma análise mais abrangente, Hortolândia e Sumaré superaram Campinas no crescimento percentual do PIB, que registrou um aumento de 11,5%, enquanto os municípios em foco apresentaram desempenho superior. Campinas, com um PIB superior a R$ 72 bilhões, permanece como o centro mais robusto da região, seguido por Indaiatuba e Paulínia.

O fortalecimento do PIB regional reflete o cenário nacional, onde o Brasil experimentou um crescimento de 4,8% em 2021, recuperando-se da queda de 3,3% em 2020 devido à pandemia de Covid-19. O aumento nos serviços presenciais, a retomada do consumo das famílias e o crescimento em setores específicos da indústria contribuíram para esse resultado positivo.

Em relação à estrutura do PIB, observou-se um aumento na participação do excedente operacional bruto e dos impostos líquidos de subsídios sobre a produção e a importação. As despesas de consumo final, que englobam famílias, governos e instituições sem fins lucrativos, também tiveram um crescimento notável em 2021, evidenciando a recuperação econômica.

Fonte: Tribuna Liberal / Edição: Douglas Melo

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